Estréia hoje em Porto Velho a comédia “Fala Zé!”, com o ator da Rede Globo José de Abreu,uma autobiografia não autorizada do ator. Saiba mais. >>>
*Estréia hoje em Porto Velho a comédia “Fala Zé!”, com o ator da Rede Globo José de Abreu.
*A organização do evento informou que a procura por ingressos é intensa, e sugere aos interessados que procurem os locais de venda para reservarem sua entrada.
*A capacidade do Teatro do SEST/SENAT, onde será encenada a peça, é de 200 lugares.
*O espetáculo (www.falaze.com) está marcado para os dias 28 e 29 de setembro, às 20h00, e dia 30, às 19h00.
*Ingressos na Arezzo, Via Corpo, Chilli Beans Aeroporto, Uniron e Faro a 40 reais inteira e 20 reais meia entrada para estudantes e pessoas acima de 60 anos.
Maiores informações pelos telefones 8405 2223 (Fred) e 9205 2460 (Renata).
*O patrocínio é de Ameron, Brasiltelecom, Aquarius Hotel, Contemporânea, Porto Real Turismo e CVC.
*A produção local é de S21 Marketing Cultural e Fred Perillo Comunicação
*SOBRE A PEÇA
*Bom humor é a palavra chave para definir o espetáculo "Fala Zé!", uma autobiografia não autorizada do ator José de Abreu.
*Já na primeira cena, Abreu aparece para interpretar uma versão do clássico tango “Cambalache”, no que é interrompido por um anjo, que o confundiu com o José bíblico (pai de Jesus). É quando o ator, a pedido do anjo, começa a contar suas memórias. Tratam-se de lembranças de sua vida e de pessoas próximas, reunidas nos últimos 40 anos. Passam pelo palco o período de luta contra a ditadura militar; a fase de descobrimento interior e de sair fora do sistema nos anos 70/80; e as alegrias e decepções de quem sempre esteve interessado nas mudanças políticas e sociais do país e assistiu à esquerda ascender ao poder.
*O diretor que assina "Fala Zé!" é parceiro do ator há exatos 30 anos, quando a dupla encenou "A Salamanca do Jirau", e não parou mais de se reencontrar.
*FALA,ZÉ! conta a história de um sessentão, o “Zé”, vivido por José de Abreu, que passa por momentos marcantes da história do Brasil: O movimento estudantil dos anos 60, (o congresso da une em Ibiúna, com 700 estudantes presos, inclusive José Dirceu, José Mentor e o ator José de Abreu) o desbunde de drogas em Arembepe e na Europa – principalmente em Londres e Amsterdã - no início dos anos 70, a orientalização filosófica substituindo o marxismo – a macrobiótica, a yoga, meditação - à volta dos exilados políticos, a formação dos partidos de esquerda, chegando até a crise do governo atual, passeando pelas vivências políticas, afetivas e estéticas dessa geração.
*José de Abreu representa cerca de 20 personagens diferentes, alguns projetados em cena em dois telões de fundo e também numa TV de plasma que fazem parte do cenário, ou criando um diálogo experimental onde um só ator representa vários personagens simultaneamente.
*Com Fala, Zé! José de Abreu recomeça uma de suas atividades favoritas: levar teatro Brasil afora, fazendo palestras para jovens universitários e secundaristas e workshops com grupos amadores, tendo sempre como elemento principal o projeto de vida do ator José de Abreu, levar seu trabalho a qualquer lugar do Brasil.
*Como dizia Fernando Brant: ”Todo artista tem de ir aonde o povo está”. Abreu faz a platéia interagir em suas histórias - colhidas de depoimentos ou fruto de improviso- vividas nos movimentos de esquerda.
*O espetáculo comemora os 60 anos de idade de José de Abreu, 40 anos de teatro e cinema e seus 26 anos de Rede Globo. A Direção do espetáculo é de Luiz Arthur Nunes.