A insegurança nossa de cada dia

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A explosão de selvageria que ora vive a cidade de Porto Velho exige das autoridades responsáveis pela segurança pública uma tomada de decisão. Não é possível conviver com a barbárie que se instalou na capital. Ao contrário do que pensam alguns desavisados, prédios suntuosos, com fachadas reluzentes, móveis sofisticados e computadores modernos, não vão resolver o problema da violência, que é fruto da omissão secular de governantes e da profunda concentração de renda na qual o país mergulhou, dentre outros fatores sociais.

 

É preciso investir, principalmente, em mão-de-obra, começando por salários decentes aos policiais militares e civis. E por falar em policiais civis, não custa recordar que eles estão aguardando até hoje o prometido realinhamento salarial, objeto de uma reunião que aconteceu na Assembleia Legislativa de Rondônia, em janeiro de 2016, entre autoridades do governo, parlamentares e representantes dos servidores. Na ocasião, a categoria ameaçou paralisar suas atividades, mas acabou desistindo mediante a promessa de que o benefício seria incluído no contracheque de janeiro de 2018, mas, até agora, nada. Já empurram o pagamento para fevereiro.

 

Estamos em ano eleitoral. Já começamos, desde já, a ouvir as manifestações de pré-candidatos ao governo do Estado sobre a onda de violência que assola os rondonienses. Menos preocupados com a tragédia social que a questão representa, alguns expressam o que lhes pode gerar dividendos políticos.  É o vale tudo da política, com suas frases plastificadas para tratar de uma grave situação, que se não restringe apenas à Rondônia, mas espraia-se pelo país inteiro como erva daninha.

 

O momento exige novas posturas para que a população possa enfrentar, com sensatez, esse drama. Usar um problema tão grave para fazer marketing eleitoral, além de caracterizar um profundo desrespeito às famílias rondonienses, revela insensibilidade à dor dos que são vítimas diretas da insegurança nossa de cada dia.

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