MORAR MELHOR: 'PM conseguiu devolver aos donos mais de 100 apartamentos', diz Eyder Brasil

O deputado estadual é presidente da Comissão de Segurança Pública, falou do processo de conhecimento pessoal que passou nos últimos dois anos

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Emoção! Essa palavra define a entrevista dada pelo deputado estadual, Eyder Brasil (PL), ao jornalista Ivan Frazão, no Programa Conexão Rondôniaovivo, na última segunda-feira (17). Ele, que já havia exercido o mandato entre 2018 e 2022, voltou à Assembleia Legislativa de Rondônia em 2025, ocupando a vaga do ex-deputado Afonso Cândido, do qual era suplente, e que foi eleito, em 2024, prefeito de Ji-Paraná. 
 
Durante a conversa, Eyder afirmou que ele é uma nova pessoa, bem diferente daquela que foi em seu primeiro mandato. Ele demonstrou que está muito conectado espiritualmente e valorizando a família. 



 
“Quem me conhece do primeiro mandato está vendo um novo Eyder para graça e honra de Deus. Hoje sou um outro homem e um outro ser, com uma nova mentalidade. É um homem nascido de novo pela graça e honra do senhor. Nesses dois anos, tive a oportunidade de fazer um caminho de volta, de curar feridas e, hoje, sou um novo marido, um novo pai e um novo deputado estadual também”, disse.
 
 
Sem acompanhamento
 
O parlamentar afirmou que nesse segundo mandato está tendo um bom relacionamento com os outros deputados. Ele observou que já havia trabalhado com alguns membros da Casa de Leis, o que tem proporcionado um convívio mais harmonioso. Outro ponto destacado por Eyder Brasil foi que no tempo que ficou fora do parlamento, percebeu alguns pontos que falhou como político.
 
“Eu acho que no meu primeiro mandato, na minha gestão, eu fui muito negligente. Muitas vezes, eu te beneficiava, destinava emendas e acabou ali, não fazia o acompanhamento. Não tinha um pós, um acompanhamento. Essa questão de ligação do eleitor com o deputado. Quanto à minha equipe, no primeiro mandato, também ficou ao Deus dará”, declarou.
 
 
Violência
 
Eyder Brasil é presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Rondônia. Ele contou que foi eleito pelos pares para esse posto, por ser militar do Exército e pela vida pregressa dele. Como membro da comissão, o deputado analisou os motivos dos ataques de facções que ocorreram em Porto Velho no mês de janeiro desse ano, e que levaram pânico à população.
 
“Eu atribuo isso que aconteceu na capital às gestões anteriores. Não podemos, de forma alguma, culpar o governador Marcos Rocha, que tem seis anos de mandato, por essas facções. Nem podemos atrelar o prefeito Léo Moraes, por tudo o que aconteceu. Em gestões anteriores quando essas facções vieram para Rondônia foi permitindo que elas fossem se instalando e crescendo. Se lá atrás, dez ou quinze anos atrás, tivessem sido abafadas, essas células criminosas não teriam se criado”, afirmou.
 
Para o deputado, a falta do Estado nesses condomínios populares tornou esses locais em depósitos de gente. Ele defende que 99% dos moradores dessas áreas são pessoas de bem e trabalhadoras, mas que ficam na mão de 100 delinquentes. Disse ainda que está sendo feito um trabalho por parte das forças policiais que está dando resultado.
 
“Hoje, o Morar Melhor é uma referência para os outros condomínios na desocupação de apartamentos que estavam sitiados pelo crime. Famílias estão tendo oportunidade de retornar para apartamentos dos quais eles foram expulsos. Os criminosos chegavam e diziam: ou você paga para mim, vai embora ou eu te mato. As pessoas com medo, iam embora. Hoje, já são quase 100 apartamentos que o Estado, através da Polícia Militar, desocupou e os proprietários estão podendo voltar para esses imóveis”, revelou.
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