JEITINHO: Judiciário confirma condenação de PMs que cobravam propinas

Policiais “liberavam” madeira ilegal por 3 mil reais na Reserva Extrativista Aquariquara

JEITINHO: Judiciário confirma condenação de PMs que cobravam propinas

Foto: Reserva Extrativista Aquariquara - Marcela Bonfim/Sedam

Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.​

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) confirmou a sentença de dois policiais militares que foram considerados culpados por praticarem atos de corrupção durante uma operação de fiscalização realizada dentro da Reserva Extrativista (Resex) Aquariquara, em Machadinho d'Oeste.

 

De acordo com o tribunal, os policiais estavam encarregados de monitorar as atividades na área ambiental e, durante o serviço, exigiram o pagamento de R$ 3 mil de dois operadores de máquinas para permitir o transporte de madeira sem a documentação necessária, além de facilitar a entrada de tratores na reserva.




 

O caso veio à tona quando outros policiais, que não estavam envolvidos no esquema, abordaram e detiveram três indivíduos que admitiram o acordo ilícito com os policiais acusados de corrupção.

 

Os condenados foram sentenciados a 2 anos, 4 meses e 24 dias de prisão, a serem cumpridos em regime domiciliar.

Direito ao esquecimento
Os comentários são responsabilidades de seus autores via perfil do Facebook. Não reflete necessariamente a opinião do Rondoniaovivo.com
Você é a favor do ensino religioso em escolas públicas?
Quem você acha que leva o Campeonato Rondoniense 2025?
Porto-velhense — você acha que a nova rotatória da Tiradentes com Chiquilito melhorou a fluidez do trânsito?

* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

CLASSIFICADOS veja mais

EMPREGOS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

DESTAQUES EMPRESARIAIS

EVENTOS

Nós usamos cookies em nosso site para oferecer a melhor experiência possível. Ao continuar a navegar no site, você concorda com esse uso. Para mais informações sobre como usamos cookies, veja nossa Política de Cookies
Continuar