Relatório mostra que Governo não resolveu problemas do Urso Branco

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Foto: Divulgação

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*A realidade da penitenciária Dr. José Mário Alves da Silva, conhecida como Urso Branco, em Rondônia, é superlotação, rebeliões e violência. Para tentar mudar esse cenário, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) debate hoje (3) relatório feito por Comissão Especial que analisou as condições precárias da casa de detenção. *De acordo com o diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça e presidente da Comissão Especial "Urso Branco", Maurício Kuehne, as medidas tomadas pelo governo do estado não foram suficientes para resolver o problema da penitenciária. *O relatório mostra que, atualmente, mil presos vivem em um local onde cabem 400. Apenas seis agentes penitenciários e alguns policiais militares reformados cuidam da segurança do local. Nos últimos quatro anos, 70 presos foram assassinados na unidade. *"É um barril de pólvora porque a segurança interna do presídio está comprometida e não há número suficiente de agentes penitenciários a conter eventuais discórdias que possam ocorrer. Isso faz com que deva haver um esvaziamento gradual desse presídio para que ele possa ser administrável tranqüilamente", diz Kuehne. *Segundo ele, também é grave o fato de a penitenciária não fornecer assistência jurídica necessária aos presos. "Há a necessidade de medidas mais enérgicas por parte do estado. Os estados, de maneira geral, pensam que a construção de presídios é responsabilidade única e exclusiva da União, mas é uma responsabilidade também dos estados", afirma o diretor do Depen. *Maurício Kuehne defende que o governo estadual dê condições para o Ministério Público Estadual separar os condenados definitivos e provisórios, além da urgente capacitação de agentes penitenciários. *O governador de Rondônia, Ivo Cassol, foi convidado a participar da reunião, mas não compareceu. De acordo com a assessoria de imprensa do CDDPH, Cassol não justificou a ausência, nem mandou representante.
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