Que o leite de vaca é perfeito, para o bezerro, todos nós já sabíamos. O que a indústria dos laticínios não nos conta, é que o corpo humano não assimila o cálcio animal e que o leite humano, das nossas mães, contém trinta vezes mais ômega3 que o da vaca. Isso porque enquanto nós precisamos desenvolver o cérebro, o bezerro, por sua natureza, precisa desenvolver o corpo. Também não nos contam que a metade dos nossos cérebros são feitos de ômega3.
Em entrevista recente, Dr. José Roberto, deu-nos o seguinte depoimento:
“Por estranho que pareça, muitas pessoas com osteoporose apresentam pedras nos rins, calcificação de tendões ou o chamado bico-de-papagaio na coluna. E todos estes problemas têm a ver com o acúmulo de cálcio. O que significa que sobra cálcio em alguma parte do corpo, enquanto ele está faltando em outro, no caso, nos ossos. Isso acontece porque o cálcio é apenas um dos minerais que forma os ossos e pensar que a osteoporose é por falta de cálcio, é uma simplificação perigosa.
Uma grande parte das vezes, o mineral que falta é o magnésio, cuja função, numa explicação bem simplista, é a de transportar o cálcio para dentro dos ossos. Outro componente essencial é a Vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio nos ossos.
O pior, porém, é a falsa ideia de que precisamos de leite para fortalecer os ossos, enquanto existem trabalhos que mostram que na verdade, quanto maior o consumo de leite, maior o risco de fratura de bacia.
O cálcio é um dos mais abundantes minerais da natureza e não precisamos de laticínios para obtê-lo. O problema é que os maus hábitos alimentares da população levam à perda do cálcio do corpo. E os seus maiores ladrões são a cafeína, os refrigerantes, principalmente os do tipo cola e os carboidratos refinados, como as coisas com açúcar, o trigo refinado e o excesso de proteínas animais.
Todos os vegetais verdes, e quanto mais verdes melhor, são muito ricos quer em cálcio, quer em magnésio. Ambos fundamentais para a saú
de dos ossos.”