A Secretaria Municipal de Educação (Semed) já estabeleceu um calendário de recesso escolar para as instituições atendidas pela prefeitura. Conforme decreto publicado ainda no início do ano, as unidades com o curso letivo em andamento dentro da normalidade
Foto: Divulgação
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A Secretaria Municipal de Educação (Semed) já estabeleceu um calendário de recesso escolar para as instituições atendidas pela prefeitura. Conforme decreto publicado ainda no início do ano, as unidades com o curso letivo em andamento dentro da normalidade interrompem suas atividades no próximo dia 14, seguindo até o dia 28 de julho.
Já as escolas que serviram de abrigo para os atingidos pela enchente do rio madeira, um total de 10, estão autorizadas a suspender as aulas para recesso, desde que cumpram no mínimo 100 dias, dos 200 dias letivos, conforme carga horária de 800 horas. "A nossa previsão aponta que todas as escolas que serviram de abrigo encerrarão o ano somente em 2015. A folga de 15 dias é um direito de todos, sendo assim, entendemos que esta seria a melhor maneira de não prejudicar o ensino destas crianças, já que cada comunidade tem a sua particularidade", explicou a Diretora do Departamento de Educação (D.E.), Josineide Macena da Silva.
Outra negociação realizada entre a Semed e a rede de ensino, é com relação a maneira que as aulas serão repostas. De acordo com Josineide, ficou livre para cada instituição a estratégia de compensação. “Desde que a comunidade escolar, corpo docente e administrativo entrem em consenso e assinem ata, que deve ser encaminhada a secretaria, cada unidade pode se programar da maneira que achar mais adequada”, enfatizou a diretora do D.E.
Já a clientela atendida pelas 8 escolas rurais impossibilitadas de retornarem ao funcionamento devido o comprometimento da estrutura abalada pelas águas, Josineide detalha que a mesma deve seguir o calendário e recesso das unidades para onde foram realocadas. “Continuaremos oferecendo todo o suporte de transporte escolar as crianças atendidas pelo município que precisaram ser remanejadas”, garantiu a diretora do departamento.
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