Hospital Cosme e Damião reestrutura classificação de risco

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Foto: Divulgação

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No início da semana, profissionais do Núcleo de Atendimento à Qualidade Hospitalar (NAQH), do Pronto Socorro João Paulo-II estiveram reunidos com as equipes do Hospital Infantil Cosme e Damião para discutir sobre as mudanças na organização dos processos de trabalho.
A partir de agora, será utilizado o método Kanban, que é uma nova ferramenta de controle diário dos pacientes da emergência, que se utiliza de modelo originário da metodologia Qualidade Total. A novidade busca a melhoria do fluxo dos pacientes em observação clínica e no controle dos leitos, sendo essa, uma das metas da ação do Programa S.O.S Emergências, implementada pelo Ministério da Saúde na unidade.
É possível monitorar o tempo de permanência do usuário no Pronto Socorro através de um painel eletrônico. Além disso, serão fixadas placas nas camas que irão indicar se a permanência do doente, considerando a complexidade do quadro, se está dentro do tempo considerado ideal, no tempo aceitável ou acima do prazo. “Com isso, espera-se dar uma melhor resolutividade ao atendimento, além de evitar internações mais longas que o necessário, corrigindo falhas que prolongam a permanência e, consequentemente, liberando leitos para outros pacientes”, afirmou a diretora do Cosme e Damião Antonieta Rodrigues.
Na ocasião, foram apresentados os pontos de estrangulamento no atendimento, tais como o excesso de pacientes classificados pela cor azul e verde, a organização interna, o fluxo, a confecção de protocolos e as melhorias no acolhimento.
O ponto alto da explanação proferida pelas enfermeiras do João Paulo II, Patrícia Alencar, Maria Helena e pelo médico Sérgio Mello foi a classificação de risco, sua importância para a organização do fluxo e a utilização da ferramenta do Kanban para auxiliar nesse processo.
De acordo com a coordenadora do NAQH e da Humanização, do Hospital Infantil Cosme e Damião, a psicóloga Joelma Sampaio, o modelo de planejamento através do uso do Kanban, possibilita “além da melhoria no fluxo de atendimentos, o uso racional de medicamentos, equipamentos e de espaço”, explicou.
A diretora geral do hospital infantil Cosme e Damião, Antonieta Rodrigues, acredita que através do trabalho em rede, se consiga articular e integrar todos os pontos de atenção à saúde, ampliando e qualificando o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência e emergência nos serviços de saúde do Estado.
O diretor adjunto, enfermeiro Sérgio Pereira, agradeceu a parceria entre as unidades, ressaltando que “os profissionais João Paulo II estão expandindo experiências exitosas que irão contribuir na organização do fluxo de atendimento às crianças”, finalizou.
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