Transferência de Valter Araújo foi autorizada pelo Judiciário

Transferência de Valter Araújo foi autorizada pelo Judiciário

Transferência de Valter Araújo foi autorizada pelo Judiciário

Foto: Divulgação

Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.​

Autorizado pelo desembargador Sansão Saldanha, membro da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia, na noite desta terça-feira, dia 29, a transferência do deputado Valter Araújo, das dependências da Superintendência da Polícia Federal em Porto Velho, para o presídio Federal. O despacho do desembargador confirmou sua decisão do dia 16 de novembro, na qual expediu ordem de prisão para os envolvidos na operação denominada "Termópilas".
Sobre o encarceramento dos acusados nos diversos crimes relacionados ao esquema de desvio de verba pública e lavagem de dinheiro, o desembargador orientou na decisão a solicitação à corregedora, juíza da 3ª Vara Federal, Juliana Maria Paixão, autorização para recolhê-los à referida unidade, localizada na BR 364. Todavia, na primeira tentativa, a magistrada entendeu que era inviável, ao menos inicialmente, atender o pedido do Ministério Público, decisão que foi reformulada com pedido de reconsideração do órgão estadual.
O MP utilizou como argumento, além da alegação de que a superintendência não oferece condições para presos provisórios, a decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça, sobre quem de fato deve apreciar a prisão do acusado Valter Araújo, no caso o relator.
Assim que recebeu a comunicação do STJ, no dia 28, segunda-feira, o desembargador Sansão Saldanha decidiu pela conversão da prisão em flagrante do deputado para prisão preventiva, por considerar contundentes as provas que o apontam como o chefe da organização criminosa e por entender que sua posição hierárquica superior com livre acesso aos órgãos públicos poderia dificultar a instrução processual. Trechos de gravações feitas durante a investigação foram inseridas na decisão para comprovar tais argumentos.
O relator descartou ainda a ilegalidade da prisão (em flagrante), justificando para isso a intensa e efetiva participação do acusado na organização criminosa, bem como o fato do deputado utilizar o seu cargo como presidente da Assembleia Legislativa para satisfazer interesses privados.
Por último menciona que a companheira do deputado tentou conduzir um aparelho celular ao cárcere, o que para o desembargador configura em intensão de manter o projeto de condução dos negócios ilícitos.
Direito ao esquecimento

A política de comentários em notícias do site da Rondoniaovivo.com valoriza os assinantes do jornal, que podem fazer comentários sobre todos os temas em todos os links.

Caso você já seja nosso assinante Clique aqui para fazer o login, para que você possa comentar em qualquer conteúdo. Se ainda não é nosso assinante Clique aqui e faça sua assinatura agora!

Na sua opinião, qual companhia aérea que atende Rondônia presta o pior serviço?
Você ainda lê jornal impresso?

* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

PRIMEIRA PÁGINA

CLASSIFICADOS veja mais

EMPREGOS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

DESTAQUES EMPRESARIAIS

EVENTOS