PROTESTO: Brancko Moraz, do Casca de Alho, escreve poesia 'Em Memória da Mata'

onde é que está ele nunca mais o vi, o verde da Mata já perdeu a cor cadê o meu povo porque se mudou?

PROTESTO: Brancko Moraz, do Casca de Alho, escreve poesia 'Em Memória da Mata'

Foto: Divulgação

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 "Ouviu-se da mata um grito que ecoou, um grito de morte e um grito de dor e aquele Rio que passava aqui? onde é que está ele nunca mais o vi, o verde da Mata já perdeu a cor cadê o meu povo porque se mudou? o canto da Mata também se calou, o Ouro e a Prata já enferrujou o fim da História talvez começou levando a memória que descarrilou", Brankco Moraz.




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