CPMI vai entregar relatório a Ministério Público, TCU e PF

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Foto: Divulgação

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*O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, senador Delcidio Amaral (PT-MS), e o relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), vão entregar hoje o relatório da comissão ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Polícia Federal. O encaminhamento servirá para avaliar os pedidos de indiciamento e dar continuidade às investigações feitas pela CPMI. *O relatório será entregue às 16 horas, na Procuradoria-Geral da República; às 17h30, no TCU; e às 18h30, na Polícia Federal. *Mais indiciados *O relatório foi entregue ontem (10) ao presidente do Congresso, Renan Calheiros, que rejeitou o recurso do PT contra a aprovação do documento. Na entrega, Serraglio confirmou os nomes do controlador do Banco Opportunity, Daniel Dantas, e da ex-presidente da Brasil Telecom Carla Cicco entre as pessoas que tiveram indiciamento solicitado pela CPMI. Quando o relatório foi apresentado, na semana passada, houve dúvida sobre a situação dos dois. Eles são acusados de sonegação fiscal, tráfico de influência e corrupção ativa. *Dantas é acusado de financiar parte do esquema do "mensalão". Na gestão de Cicco, a Brasil Telecom firmou contratos com as agências de publicidade SMPB e DNA, do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como operador do esquema. No entanto, os serviços não foram prestados. *Envolvimento de deputados *O relator reiterou ainda que a CPMI vai entregar aos órgãos de investigação do governo uma lista que poderá elevar o número de deputados acusados de envolvimento no "mensalão". Essa relação foi elaborada a partir da identificação de uma série de "coincidências suspeitas", relativas a visitas de assessores parlamentares às agências bancárias envolvidas no escândalo. Como ainda não foi depurada, a lista com os nomes desses assessores será enviada em caráter sigiloso para investigações. *O documento foi obtido a partir do cruzamento dos nomes de assessores de deputados com dados de saques e visitas à agência do Banco Rural em Brasília, onde era feita a distribuição de recursos ilegais. *Um dos indícios apontados pelo relator é a presença de assessores em dias em que a diretora financeira da empresa SMPB, Simone Vasconcellos, comparecia à agência para distribuir recursos a parlamentares. "Não é possível que tantas pessoas tenham ido nessas datas, de modo lícito, fazer saques no Banco Rural", suspeita Serraglio.
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